Assembleia Geral

Como estava previsto teve lugar pelas 15:30 horas dia 15 de Novembro de 2010, na Sede da Instituição, a Assembleia-geral ordinária da CERCIFAF. Cumprindo a Ordem de Trabalhos a Assembleia, que contou com elevado número de participantes, prestou, como seria natural, maior atenção à "Leitura, apreciação e votação do Plano de Actividades e Orçamento e Parecer do Conselho Fiscal, relativos ao ano de 2011.

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O Plano de Actividades apresenta como um dos objectivos de referência para o próximo ano o culminar do processo de certificação de Qualidade EQUASS em que a nossa organização está envolvida há cerca de dois anos. Como no mesmo está escrito, "Trata-se de um momento final muito importante e muito significativo para a CERCIFAF, na medida em que visa a obtenção de um documento que nos orgulha pelos desenvolvimentos que fizemos, e que nos acredita perante as instâncias nacionais e europeias acerca da qualidade dos serviços que prestamos".

Para anos difíceis, soluções arrojadas. Por isso, as orientações do Plano de Actividades para 2011, em linhas muito gerais, consistem em assegurar a continuidade dos serviços a todos os nossos clientes, convictos de que dificilmente reuniremos condições para aumentar ou implementar novos serviços. É, portanto, um Plano de magreza que nos obriga a fazer mais e melhor e eventualmente com menos recursos e que convoca e responsabiliza todos os colaboradores na redução, rigor e equilíbrio das acções, no pressuposto de que é no meio de crises como a que estamos a viver que se reconhece quem é capaz de dar o melhor de si, de avançar, de inovar. No documento é visível a preocupação dos responsáveis em investirem mais na formação dos colaboradores designadamente na utilização das ferramentas informáticas, para que todos possam utilizar mecanismos de informação electrónica e melhorar os canais de informação e comunicação. É um ano que se prevê bastante difícil para todos, mas que simultaneamente constitui uma oportunidade para avaliar pontos críticos e desenvolver novas propostas que visem garantir a sustentabilidade da nossa organização. O documento sublinha que apesar dos grandes constrangimentos, a CERCIFAF terá de continuar a apostar na qualidade dos serviços que presta, ajustando todos os mecanismos de trabalho para obter mais eficiência e melhores resultados e maior índice de satisfação geral. E esse é um aspecto que só depende de nós, ou seja, da nossa capacidade criativa e colaborativa e do emprego de toda a energia no desempenho de funções, recorrendo às competências de cada um para aumentar a eficiência e valor do trabalho colectivo. Quanto ao Orçamento, a Tesoureira explicitou os principais aspectos do documento e justificou as alterações mais significativas em algumas rubricas, designadamente pela entrada em pleno funcionamento das instalações do CAO de Fornelos. Referiu que a elaboração do orçamento não se apresentou facilitada, bem pelo contrário, pois cada vez é mais difícil cortar nas despesas, verificando-se, por outro lado, maior dificuldade na obtenção de receitas pelas razões que são do conhecimento de todos. De seguida apresentou os seguintes: Despesas Correntes - Um milhão, novecentos e oitenta e dois mil euros; Receitas Correntes - Um milhão, novecentos e oitenta e dois mil euros; Investimentos de Capital - Dez mil euros. 

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